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Enfermagem I: Concepção e Prática (ed. 2011/12) - Enfermagem - Sem Ramos - Especialidades


10.5
ECTS / UC
Ano: 1 / 2º Semestre
Plano: 2011/12
Área Científica: ENF
Nível: Básico

Carga Horária Semestral

Ensino Teórico:
Ensino Teórico-Prático: 112.00
Ensino Prático e Laboratorial:
Trabalho de Campo:
Seminário:
Estágio:
Orientação tutorial:

 

Horas Dedicadas a Estágios:
Horas Dedicadas a Projectos:
Horas Dedicadas a Trabalhos no Terreno:
Horas Dedicadas a Estudo:
Horas Dedicadas a Avaliação:
Outras:

Cursos onde é leccionada a disciplina

Curso - Ramo Ano Plano
Enfermagem - Sem Ramos - Especialidades 2011/12

Corpo Docente

Alexandra Paula Costa Freitas
Alexandra Paula Costa Freitas


Responsabilidades:
Ensino teórico-prático
Isabel Maria Abreu Rodrigues Fragoeiro
Isabel Maria Abreu Rodrigues Fragoeiro


Responsabilidades:
Ensino teórico-prático
Maria Helena de Agrela Gonçalves Jardim
Maria Helena de Agrela Gonçalves Jardim


Responsabilidades:
Regência
Responsável pelas Pautas
Maria Otília Caires Barreto
Maria Otília Caires Barreto


Responsabilidades:
Ensino teórico-prático

Ficha da disciplina

Objectivos da disciplina

1 Conhecer os princípios da comunicação humana.

2 Compreender a importância da comunicação nas relações interpessoais e na intervenção em enfermagem.

3 Adquirir competências cognitivas, técnicas e relacionais, na comunicação interpessoal, na técnica da entrevista e na relação de ajuda em enfermagem.

4 Compreender os princípios da observação e do exame físico sistematizado.

5 Conhecer a evolução histórica da enfermagem.

6 Compreender a natureza da enfermagem.

7 Conhecer o papel do enfermeiro na promoção da saúde da pessoa, da família e da comunidade.

8 Conhecer as necessidades humanas básicas.

9 Conhecer os princípios da nutrição humana.

10 Compreender os princípios da alimentação racional e regime alimentar e suas relações com a saúde.

Critérios de avaliação

Tipo de Classificacao: Quantitativa (0-20)
Modelo de Avaliação: B
Metodologia de Avaliação: Três frequências; dois trabalhos de grupo com apresentação oral para avaliar as competências onde estejam patentes a aplicação dos conhecimentos, a sua organização, a comunicação e a participação do grupo ; uma prova oral prática. Qualquer dos elementos é recuperável em época de recurso ou em época especial. Para avaliação das competências e a confirmação da consecução dos objectivos de aprendizagem é exigida a participação em pelo menos 75% das horas de contato. A não participação em 75% destas horas implica a reprovação na unidade curricular e a não recuperação da classificação em avaliação em época de recurso ou especial. Considerou-se a natureza teórico-prática da disciplina, os objectivos, os conteúdos e a carga horária atribuída.

Programa resumido (ver programa detalhado)

Bibliografia Principal

Chalifour J. (2007). A intervenção terapêutica: os fundamentos existencial-humanistas da relação de ajuda.. Lusodidacta..
Chalifour J. (2007). A intervenção terapêutica; estratégias de intervenção.. Lusodidata.
Colliérie Marie-Françoise (2000). Promover a Vida.. Lidel.
Fachada M. Odete (2010). Psicologia das relações interpessoais.. Sílabo..
George J. B. (2000). Teorias de enfermagem.. Artmed..
Hesbeen Walter (2000). Cuidar no hospital, enquadrar os cuidados de enfermagem numa perspectiva de cuidar.. Lusociência..
Kerouac Suzanne e outros (1996). El pensamiento enfermero.. Masson..
Lazure Héléne (1994). Viver a relação de ajuda.. Lusodidacta..
Lopes Manuel J. (1999). Concepções de enfermagem e desenvolvimento sóciomoral.. APE.
Meleis A. I. (1997). Theorical Nursing.. Lippincott..
Minicucci, Agostinho (2001). Relações humanas: psicologia das relações interpessoais.. Atlas..
Peplau H.E. (1990). Relaciones interpersonales en enfermería: um marco de referência conceptual para la enfermería psico. Masson-Salvat..
Phaneuf Margot (2001). Planificação de cuidados: um sistema integrado e personalizado.. Quarteto..
Phaneuf Margot (2005). Comunicação, entrevista, relação de ajuda e validação.. Lusodidacta..
Potter P., Perry A. (2003). Fundamentos de Enfermagem: conceitos, processo e prática.. Lusociência..
Riley Julia Balzer (2004). Comunicação em enfermagem.. Lusociência..
Roper N., Logan W.,Tierney, A. (1995). Modelo de enfermagem.. McGraw-Hill..
Sorensen e Luckmann (s.d.). Enfermagem fundamental: abordagem psicofisiologica.. Lusodidacta..
Sorensen K., Luckman J., Arnold Elisabeth (2001). Enfermagem fundamental: comunicação nos grupos.. Lusodidacta..
Sorensen K., Luckmann J.,Villanueva J. E. (2001). Enfermagem fundamental: abordagem psicofisiologica: stress e adaptação.. Lusodidacta..
Stanhope M., Lancaster J. (1999). Enfermagem comunitária. promoção da saúde de grupos, famílias e indivíduos.. Lusociência..
Tomey A. M., Alligood M. R. (1999). Modelos e teorías en enfermería.. Harcourt Brace..
Watson J. (2002). Enfermagem pós moderna e futura: um novo paradigma da enfermagem.. Lusociência..
Welt, A. (1996). Teoria interpersonal en practica de enfermeria: trabajos seleccionados de Hildegard E. Peplau.. Masson..
Wolf Mauro (2001). Teorias da comunicação.. Presença..

Outras Fontes Bibliográficas / Documentos de Apoio

Adminstração Central do Serviço de Saúde (2001). Manual de normas de enfermagem: procedimentos técnicos.. Ministério da Saúde..
Carpenito Lynda Juall (1997). Diagnósticos de enfermagem .. Artes médicas..
Conselho Internacional dos Enfermeiros (ICN) (2010). Classificação internacional para a prática de enfermagem: versão 2.. Ordem dos Enfermeiros..
Grodner, Anderson, deYoung (2000). Nutrition: a nursing approach.. Mosby..
Potter P., Perry A. (2003). Fundamentos de Enfermagem: conceitos, processo e prática.. Lusociência..

Atendimento

Links associados

Observações