Disciplina: Intervenção nas NEE

Área Científica:

Área Educacional Geral

HORAS CONTACTO:

38 Horas

NÚMERO DE ECTS:

4 ECTS

IDIOMA:

Português

Objetivos Gerais:

Identificar problemáticas das Necessidades Educativas Especiais 
Sinalizar crianças e jovens com Necessidades Educativas Especiais
Utilizar instrumentos de avaliação e referenciação
Dominar os conceitos subjacentes à Diferenciação Pedagógica
Determinar potencialidades e necessidades intraindividuais
Estabelecer processos de intervenção em transdisciplinaridade
Proceder a adequações e/ou adaptações curriculares 
Avaliar factores de risco, prevenção e intervenção
Promover a reflexão sobre a mudança de paradigma face às NEE na família, na escola e na sociedade 
Transmitir aos alunos conhecimentos que lhes permitam colaborar na implementação de estratégias e técnicas junto de crianças/jovens/adultos com Necessidades Educativas Especiais;
Reconhecer os benefícios da inclusão escolar e reconhecer-se como elemento facilitador desse processo 
Proceder a adaptações técnicas e tecnológicas
Desenvolver e adaptar conteúdos e recursos materiais alternativos e facilitadores da aprendizagem. 

Conteúdos / Programa:

A disciplina de Intervenção nas Necessidades Educativas Especiais pretende ser um meio de informação, reflexão e análise de temáticas inerentes a esta problemática contribuindo não só para a sensibilização e difusão de valores preconizados na filosofia da Inclusão, difundida pela Declaração de Salamanca, mas também para a apropriação de técnicas e metodologias conducentes a uma intervenção de qualidade junto de crianças/jovens com NEE.

Assim as temáticas desta disciplina incidirão sobre a educação inclusiva dos alunos com necessidades educativas especiais em contexto escolar, expressa nas medidas, procedimentos e intervenientes subjacentes a todo o processo.

Com a abordagem ao enquadramento legal queremos colocar os alunos perante a pertinência de conhecer e analisar de forma crítica e reflexiva os normativos (nas suas potencialidades e fragilidades) que orientam o sistema educativo face à inclusão de crianças e jovens com necessidades educativas especiais.

Com a perspectiva evolutiva e os desafios que, desde 1994, a Declaração de Salamanca nos lança propomo-nos dar a conhecer pontos de vista que, associados à análise de práticas, com recurso a parcerias a diferentes níveis e integradoras dos acontecimentos e realidade vividos abrirão horizontes para o perspectivar de uma acção futura, mais contextualizada, negociada, pensada e fundamentada.  

Bibliografia / Fontes de Informação:

regular. Lisboa: DEB  

Arends, Richard I.(1995). Aprender a Ensinar. Lisboa: Editora McGraw-Hill de Portugal. Lda.


Bairrão, J. (Coord.) (1998). Os alunos com necessidades educativas especiais.

 

Bairrão, J. & Almeida, I. C. (2003). Questões actuais em intervenção precoce. Psicologia, 17, 15-30.

 

Bautista, Rafael (1997), Necessidades Educativas Especiais, Dina Livro

 

 Berlo, David (1989). O Processo de Comunicação. S. Paulo: Martins Fontes.


Bradley, R., Danielson, L. & Hallahan, D. P. (Eds.) (2002). Identification of learning disabilities. Research to practice (pp. 791-804). Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum Associates.

 

Carita, A. (1992). A indisciplina na sala de aula ? como prevenir? Como remediar?. Lisboa: Editorial Presença.

 

Carita, A. (1999). O conflito na sala de aula: representações mobilizadas pelos professores. Análise psicológica, XVIII  (1), 79-95.


Castro, S. L. & Gomes, I. (2000). Dificuldades de aprendizagem da língua materna (pp. 124-150). Lisboa: Universidade Moderna.

 

Correia, L. M. (1997). Alunos com necessidades educativas especiais nas classes regulares. Porto: Porto Editora.

 

 

Correia, Luís Miranda e Ana Maria Serrano, Envolvimento Parental em Intervenção Precoce. Das práticas Centradas na Criança às Práticas Centradas na Família.

 

Correia, Luís Miranda, Alunos com Necessidades Educativas Especiais nas Classes Regulares

Correia. L. M. (2013). Inclusão e Necessidades Educativas Especiais. Porto: Porto Editora.

Correia. L. M. (2010). Educação Especial e Inclusão. Quem Disser Que Uma Sobrevive Sem a Outra Não está no Seu Perfeito Juízo. Porto: Porto Editora.

Correia. L. M. (2008). A Escola Contemporânea e a inclusão de alunos com NEE. Considerações para uma escola com sucesso. Porto: Porto Editora.

Correia. L. M. (2008). Dificuldades de Aprendizagem Específicas. Contributos para uma Definição Portuguesa. Porto: Porto Editora.

Correia. L. M. (2013). Inclusão e Necessidades Educativas Especiais. Porto: Porto Editora.

Métodos e Critérios de Avaliação:

Exposição verbal e clarificação de conceitos:
Leitura e análise de textos e normativos legais em vigor
Contacto com escolas e serviços de apoio que intervêm no âmbito das NEE
Reflexão sobre a observação de práticas
Análise de diferentes de instrumentos de avaliação diagnóstica, de referenciação
Aplicação de adequações curriculares em casos-tipo. 
A avaliação terá em conta, numa linha formativa, as atitudes de índole ético-profissionais (assiduidade e participação pertinente dos alunos). Incluirá a avaliação periódica para avaliar em que medida os objectivos de aprendizagem foram atingidos.
O modelo de avaliação adotado é o B do Regulamento de Avaliação da Aprendizagem do aluno da UMa. A aprovação passa pela obtenção da classificação positiva 10/20, de acordo com as unidades avaliativas e a ponderação específica de cada uma delas, a saber:
Trabalhos:
Individuais: 1 Frequência (50% )
Em grupo: Trabalho de grupo sobre uma temática do Programa (50%)