Disciplina: Políticas Curriculares e Inovação

Área Científica:

Educação

HORAS CONTACTO:

27 Horas

NÚMERO DE ECTS:

7,5 ECTS

IDIOMA:

Português

Objetivos Gerais:

Sendo esta uma UC do 2º semestre, após trabalhadas as 2 UC da especialidade, ela visa confrontar as políticas curriculares com a inovação. Assim o estudante deve ser capaz de:

1. Reconhecer o papel das agências políticas supranacionais nas políticas curriculares nacionais: as políticas viajantes

2. Analisar criticamente os programas de Governo (Constitucional e da RAM) relativamente à política curricular, em articulação com a Constituição, o Est. Político-Administrativo da RAM e a LBSE

3. Detetar as pressões macro sobre a inovação, numa análise sistémica

4. Reconhecer as opções fundamentais e os valores que estão na base dum projeto curricular

5. Distinguir entre as intenções declaradas ao nível macro da política curricular e ao nível micro da sua operacionalização, tendo em conta a inovação pedagógica

6. Demonstrar competências, aptidões e métodos de investigação baseados numa visão crítica e prospetiva das políticas curriculares

7. Comunicar com os pares e com a comunidade académica

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Conteúdos / Programa:

1. Políticas curriculares locais, regionais, nacionais e supranacionais; que espaço para a inovação nas políticas viajantes?

2. Currículo ideológico, formal e operacional; esferas de poder que afetam as decisões curriculares;

3. Programação, realização e avaliação das políticas de educação;

4. Quem define? Níveis de decisão político?educacional; discurso oficial do Estado e as práticas curriculares;

5. Para quem? Centralização e descentralização: regionalização e flexibilização; Abertura da educação;

6. Com que fim? Fundamentação das políticas curriculares;

7. O quê? Programas de governo e medidas legislativas;

8. Em que contexto? A dinâmica política e os desafios da globalização e da pós-modernidade;

9. Que tipo de pressões e entraves à inovação pedagógica? A abordagem sistémica.

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Bibliografia / Fontes de Informação:

Ball, S. J. (2012). Global education: new policy networks and the neo-liberal imaginary. London: Routledge

Bascia, N. et al (2014). Teachers, Curriculum Innovation and Policy Formation. Curriculum Inquiry, 44 (2), 228-248

CERI (2016). 21st century learning: Research, Innovation, and Policy. Directions from recent OECD analyses. http://www.oecd.org/site/educeri21st/40554299.pdf

Karkkainen, (2012). Bringing about Curriculum Innovations. OECD Education Working Papers, 82, OECD Publishing

Pacheco, J. A. (2005). Políticas Curriculares. Porto: Porto Editora

Priestley, M. (2012). Curriculum for Excellence: transformational change or business as usual? Interacções, 22, 178-195

Robertson, S. L. et al. (Eds.). (2016). Global Regionalisms and Higher Education: Projects, Processes, Politics (pp. 24-47). Cheltenham: Edward Elgar

Schiro, M. S. (2008). Curriculum Theory. Conflicting Visions and Enduring Concerns. LA: Sage

White, R. (2013). Curriculum Development, Innovation and Reform. London: Nova

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Métodos e Critérios de Avaliação:

Além da participação nas atividades dentro ou fora da sala de aula (30%), os alunos devem apresentar um trabalho individual escrito onde discutam as possibilidades da inovação nas políticas curriculares (70%).

A avaliação baseia-se na capacidade de busca autónoma de informação, fundamentação teórica e apresentação formal de um trabalho individual escrito sobre ?Currículo e Inovação?, sujeita aos seguintes critérios e ponderações:

1. Enquadramento macro (mundial e europeu) (5 valores);

2. Fundamentação teórica (5 valores);

3. Clareza na argumentação (5 valores);

4. Correção ortográfica e sintática (5 valores).

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