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Iniciação à Prática Profissional I - Educação Básica - Sem Ramos - Especialidades


3.0
ECTS / Credit Units
Year: 1 / 1º Semestre
Plan: 2015/16
Scientific Area: IPP
Level: Básico

Semestral Hour Load

Theorical:
Theorical-Pratical: 30.00
Pratical and Laboratorial:
Fieldwork:
Seminar:
Internship: 10.00
Tutorial:

 

Assigned Internship Hours:
Assigned Projects Hours:
Assigned Fieldwork Hours:
Assigned Study Hours:
Assigned Evaluation Hours:
Others:

Degree having this Course

Degree - Branch Degree Plan Year
Educação Básica - Sem Ramos - Especialidades 2015/16

Teaching Staff

Guida Reis Rodrigues Mendes
Guida Reis Rodrigues Mendes


Responsibilities:
Regência
Responsável pelas Pautas
Ensino teórico-prático
Estágios

Course Information

Course Objectivs

  • Consciencializar os estudantes para a importância das características do perfil específico do Educador de Infância em particular na valência Creche.
  • Sensibilizar para a importância da interação e relação adulto-criança como base de toda a prática pedagógica de qualidade.
  • Promover o debate reflexivo sobre diferentes tipologias de contextos de aprendizagem e desenvolvimento em Creche.
  • Promover a aquisição de atitudes de observação e reflexão crítica sobre os contextos de aprendizagem e desenvolvimento de modo a que o estudante adquira conhecimentos base sobre: 1) organização e funcionamento da Creche; 2) desenvolvimento e aprendizagem da criança e relação entre pares; 3) praxis do profissional de Educação de Infância.
  • Facultar instrumentos teórico-práticos que permitam ao estudante ser capaz de caracterizar, observar e refletir criticamente sobre os contextos de aprendizagem e desenvolvimento (fazendo o registo e tratamento dos dados recolhidos, concretizados na apresentação escrita e oral de um e-portefólio).

Evaluation Criteria

  1. AVALIAÇÃO

O Modelo de Avaliação adotado nesta UC é o Modelo F do Regulamento de Avaliação dos estudantes da UMa.

A avaliação, que terá em conta a assiduidade, pontualidade, interesse e participação pertinente, quer nas aulas quer nos trabalhos realizados na instituição de formação cooperante, será de natureza contínua, incluindo informação pontual como verificação dos conhecimentos adquiridos pelos estudantes (em conformidade com os objetivos gizados nesta UC):

  • Individual

Intervenção pertinente nas aulas, pontualidade e assiduidade.

  • Em grupo 

- Portefólio de aprendizagem em que se inclui: elaboração de um trabalho escrito de grupo sobre um tema escolhido pelos estudantes, de entre os vários sugeridos pela docente, em concordância com os conteúdos programáticos da UC.

- Reflexão sobre um contexto de aprendizagem e desenvolvimento na Creche (cada estudante fará uma reflexão individual sobre esta componente associada, necessariamente, às aulas práticas desta UC).

-Relatório crítico sobre as aulas práticas em contexto de Educação de Infância - valência Creche.

 

A classificação nesta UC será calculada através do somatória das avaliações parcelares, a saber:  

  • Avaliação contínua - 10%
  • Trabalho de grupo (pares)-  40%
  • E-portefólio - 50%

 

A realização de todos os trabalhos escritos deverá seguir as regras de formatação e referências bibliográficas de trabalhos científicos indicadas pela: American Psychological Association (APA), format (6 th Edition).

 

  • N.B. A adoção de um processo de avaliação contínua e a natureza teórico-prática desta UC determinam a frequência de três quartos das aulas, ou seja, 75%, sem a qual o aproveitamento com sucesso nesta UC fica condicionado a aprovação em exame de recurso, versando sobre toda a matéria constante dos sumários das aulas TP. Isto significa que todo o estudante que tenha excedido o limite de faltas de um quarto das aulas (TP) terá, obrigatoriamente, que submeter-se a exame final.
  • As aulas práticas (E) são obrigatórias. Assim, a frequência destas aulas e o trabalho de reflexão sobre as mesmas é um elemento de avaliação fundamental sem o qual o estudante não concluirá com sucesso a UC. Neste caso, não pode recuperar a avaliação da componente prática em exame de recurso ou outro, tendo que repetir no ano seguinte a UC.
  • A nota mínima para os trabalhos de grupo é de 10 v.

Program Resume (get program detail)

Main Bibliography

Aguiar, C., Bairrão, J. & Barros, S. (2002). Contributos para o estudo da qualidade em contexto de creche na área metropolitana do Porto. Infância e Educação, Investigação e Práticas (5), 7-28.

Barrett, H. (2006). Using electronic portfolios for classroom assessment [Electronic Version]. Connected Newsletter, 13, 4-6. Disponível em http://electronicportfolios.com/portfolios/ConnectedNewsletter-final.pdf.

Decreto Legislativo Regional nº 16/2006/M, de 2 de maio. Estatuto das Creches e Estabelecimentos de Educação Pré-escolar da RAM.

Ferreira, M. (2002). ?Crescer e aparecer? ou... para uma Sociologia da Infância. Editorial In Revista Educação Sociedade & Culturas, (17), 3 -12. Porto. Edições Afrontamento.

Graue, M. & Walsh, J. (2003). Investigação etnográfica com crianças: teorias, métodos e ética. Lisboa: Gulbenkian.

Homem, L. (2002). Jardim-de-infância e família: as fronteiras da cooperação. Lisboa: IIE.

Mendes, G. (2009). Famílias e Educadoras de Infância: estratégias educativas e modalidades de uma relação. Trajectos - Revista de Comunicação, Cultura e Educação, 13-14, 137-154.

Moreira, J. (2010). Portefólio do Professor: O portefólio reflexivo no desenvolvimento profissional. Porto: Porto Editora.

Oliveira-Formosinho, J. & Araújo, S. (2013). Educação em Creche: participação e diversidade. Porto: Porto Editora.

Oliveira-Formosinho, J. (2000a). A profissionalidade específica da educação de infância e os estilos de interacção adulto/criança. Infância e Educação, Investigação e Práticas (1), 153-173.

Oliveira-Formosinho, J. (2000b). O desenvolvimento profissional dos educadores de infância principiantes. Infância e Educação: Investigação e Práticas (2), 109-124.

Post, J. & Hohmann, M. (2003). Educação de bebés em infantários ? cuidados e primeiras aprendizagens. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.

Portugal, G. (2012). Finalidades e práticas educativas em creche ? das relações, atividades e organização dos espaços ao currículo na creche. Porto: CNIS. Disponível em: http://novo.cnis.pt/index.php?ToDo=read_news&id=325

Portugal, G. (2011). No âmago da educação em creche ? o primado das relações e importância dos espaços. In Conselho Nacional de Educação. Educação da criança dos 0 aos 3 anos (pp. 47-60). Lisboa: CNE.

Portugal, G. (2000). Educação de Bebés em Creches - Perspectivas de Formação Teórica e Práticas. Infância e Educação - Investigação e Práticas (1), 12-13.

Silva, I., Marques, L., Mata, L. & Rosa, M. (2016). Orientações curriculares para a Educação Pré-escolar. Lisboa: Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação (DGE).

Vasconcelos, T. (2011). Conselho Nacional de Educação - Recomendação n.º 3/2011 ? A educação dos 0 aos 3 anos. Diário da República, 2.ª série ? N.º 79 ? 21 de Abril de 2011.

Vilarinho, M. (2000). Políticas de Educação Pré-escolar em Portugal (1977-1997). Lisboa: Instituto de Inovação Educativa.

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Vilarinho, M. (2000). Políticas de Educação Pré-escolar em Portugal (1977-1997). Lisboa: Instituto de Inovação Educativa.

 

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