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Intervenção Comunitária - Ciências da Educação - Sem Ramos - Especialidades


15.0
ECTS / Credit Units
Year: 3 / Anual
Plan: 2016/17
Scientific Area: EDU
Level: Básico

Semestral Hour Load

Theorical:
Theorical-Pratical: 20.00
Pratical and Laboratorial:
Fieldwork:
Seminar: 20.00
Internship: 80.00
Tutorial: 6.00

 

Assigned Internship Hours:
Assigned Projects Hours:
Assigned Fieldwork Hours:
Assigned Study Hours:
Assigned Evaluation Hours:
Others:

Degree having this Course

Degree - Branch Degree Plan Year
Ciências da Educação - Sem Ramos - Especialidades 2016/17

Teaching Staff

Glória Josefina Rodrigues Leça Gonçalves
Glória Josefina Rodrigues Leça Gonçalves


Responsibilities:
Ensino teórico-prático
Seminários
Estágios
Nuno Miguel da Silva Fraga
Nuno Miguel da Silva Fraga


Responsibilities:
Regência
Responsável pelas Pautas
Ensino teórico-prático
Seminários
Estágios

Course Information

Course Objectivs

1. Compreender as bases do enquadramento da Intervenção Comunitária.

2. Reconhecer e compreender o potencial da perspetiva psicológica e sociológica na Intervenção Comunitária.

3. Compreender o potencial da Conceção Antropológica de Freire para a Intervenção e Desenvolvimento Comunitários.

4. (Des)construir um Perfil Comunitário e através dele um Projeto de Intervenção.

5. Entender o potencial da Intervenção Comunitária nas políticas de desenvolvimento local.

6. Desvelar a Participação dos cidadãos e das cidadãs do território como um direito e um dever que subsiste à mudança social.

7. Compreender, na generalidade, os eixos principais de uma filosofia da qualidade nas Organizações.

8. Utilizar o e-Portefólio como instrumento pedagógico e de avaliação.

Evaluation Criteria

Para um enquadramento dos critérios de avaliação, consulte o Anexo 1 (do Programa).

1. A construção de um e-Portefólio como Roteiro da Intervenção realizada

1.1. A construção do e-Portefólio como Roteiro de Intervenção terá como modelo orientador a proposta de trabalho disponível no Anexo 3 do presente programa da UC. Todavia, é fundamental que os Alunos compreendam que neste tipo de planeamento não existem regras fixas e que a flexibilidade da intervenção propícia a (des)construção de modelos com etapas e conteúdos muito próprios e/ou específicos, dependentes dos núcleos de estágio de acolhimento. A obra de referência para o enquadramento teórico de grande parte dos conteúdos do e-Portefólio deverá seguir o exposto por Isabel Carvalho Guerra em Fundamentos e Processos de uma Sociologia de Ação (2002).

1.2. Serão, certamente, ferramentas de apoio à construção do e-Portefólio, a Análise SWOT e a ferramenta de gestão da melhoria conhecida por 5W2H (what, who, where, when, why, how, how much). (Cf. Carapeto & Fonseca, 2006).

1.3. Os Alunos deverão proteger o e-Portefólio com uma password de acesso. O mesmo só ficará disponível ao grande público no final do estágio, aquando a Apresentação Pública do mesmo.

1.4. As referências (bibliografia) e as citações deverão seguir as Normas APA. (Cf. http://www.apastyle.org/).

1.5. Reflexão crítica individual da experiência de estágio: Como sugestão para a Reflexão Crítica durante o estágio recomenda-se, por exemplo, a opção pela utilização de diários, assente no conceito de profissional reflexivo ou de ?prático reflexivo? (Banks, 2008, pp. 59-70).

 

2. Defesa Pública do e-Portefólio:

2.1. A apresentação pública do e-Portefólio é realizada pelo par pedagógico e não deverá ultrapassar os 20 minutos. Os Alunos deverão apresentar os principais itens do e-Portefólio, como por exemplo, uma nota breve de enquadramento da Instituição e/ou Serviço onde realizou o seu estágio, o problema e diagnóstico alvo da sua intervenção, os objetivos do Projeto, as estratégias desenvolvidas (as principais), programação geral das atividades (ex. calendarização, metodologia), resultados da avaliação, breve reflexão crítica da experiência de estágio.

2.2. A apresentação deverá ser realizada a partir do browser de acesso à Internet.

 

3. Nota do Estágio (Prática em contexto laboral):

3.1. Da responsabilidade do orientador do estágio e dos coordenadores científicos da UC, a nota resultará da análise aos Descritores de Dublin[1], centrando-se na análise das seguintes competências, (elencadas detalhadamente no Anexo 2):

  • ?Competências instrumentais: capacidades cognitivas, metodológicas, tecnológicas e linguísticas.
  • Competências interpessoais: capacidades individuais tais como as competências sociais (interação social e cooperação).
  • Competências sistémicas: capacidades e competências relacionadas ao sistema na sua totalidade (combinação da compreensão, da sensibilidade e conhecimento que permitem ao indivíduo ver como as partes de um todo se relacionam e se agrupam).? (Cf. DGES).

 

  • A estas competências acrescem outras relevantes e particulares ao exercício das funções do estagiário, bem como um campo de observações onde o orientador poderá complementar a sua análise. Em conjunto, estes indicadores são suporte à avaliação quantitativa da componente de estágio.

Contemplará uma breve descrição (fundamentação) qualitativa da prática do estagiário, com um conjunto de observações que o orientador considere pertinentes e justificadores da nota de estágio a atribuir. Face ao exposto será indicado, quantitativamente (de 0 a 20 valores) a nota do Aluno no seu estágio.



[1] Cf. http://www.dges.mctes.pt/DGES/pt/Estudantes/Processo+de+Bolonha/Objetivos/Descritores+Dublin/

Program Resume (get program detail)

  1. A Intervenção Comunitária na perspetiva psicológica e sociológica da ação.
  2. A Conceção Antropológica de Paulo Freire e o empoderamento dos projetos de Intervenção e Participação Comunitários/Locais
  3. As especificidades da Investigação-Ação (Participativa) na (des)construção de Projetos de Intervenção e Participação Locais. A Metodologia Participativa de Projeto.
  4. Os ofícios da Intervenção Comunitária.
  5. A Liderança e os Climas Organizacionais. Os seus impactos nos processos participativos.
  6.  Cidades Educadoras: contextos socioeducativos e comunitários.
  7. O portefólio como instrumento de aprendizagem e avaliação: definição; finalidades; objetivos; pressupostos, vantagens e desvantagens; construção / operacionalização; critérios de avaliação.

Main Bibliography

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Banks, Sarah. (2008). Utilização de diários como encorajamento à reflexão ética durante o estágio. In Sarah Banks & Kirsten Nohr (Eds.), Ética Prática para as Profissões do Trabalho Social (pp. 59-70). Porto: Porto Editora.

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Other Biographical Sources / Support Documents

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Quarta-feira das 18h às 20h. (Solicita-se que os Alunos interessados contactem previamente o docente).

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